sempre defenderei a liberdade do subjetivo. primeiro porque sou um ser sensível e me reconheço como tal. todes somos, mas alguns não respeitam ou mesmo desconhecem a sua sensibilidade, quem dirá a alheia. segundo, porque o subjetivo é o que há de mais interessante e bonito na(o) outra(o). diferente do óbvio e do que está explícito, externalizado. sobretudo hoje onde consumimos imagens quase que 24h por dia. só que a imagem nos expõe ao óbvio, ao que se quer mostrar. o mundo subjetivo é muito mais rico, complexo e mágico. complexo. e por isso fascinante. as diferentes percepções sobre um mesmo ponto, as variadas concepções de realidade. universos particulares quando partilhados se tornam coletivos. a mim interessa a subjetividade das coisas. sempre foi assim. as fórmulas exatas e as equações matemáticas me parecem certinhas demais, quadradas demais. nas fórmulas exatas não há espaço para a livre imaginação e criatividade. tenho carinho profundo pelo emaranhado subjetivo que ...